Um retrato fiel dos políticos brasileiros. Um resumo inconstante das luxúrias dos homens. Uma traquinagem maquiavélica sobre os desejos proibidos. Por Valmor Pedroso e Vicente Penha (in memoriam)
sábado, 23 de abril de 2022
terça-feira, 19 de abril de 2022
terça-feira, 8 de março de 2022
Nunca foi tão fácil escolher
A eleição desse ano tinha
tudo para ser a mais imprevisível e disputada das últimas décadas. O cenário
político brasileiro está extremamente polarizado, mas com seus dois principais
candidatos com altos níveis de rejeição. Bolsonaro carrega consigo os estigmas
de suas falas grossas e atrapalhadas e um governo com três anos de pandemia que
não permitiu tocar os projetos de reforma como ele queria. Lula, bem, sobre
esse nem é preciso dizer muito. É O LULA. Esse cenário trouxe a possibilidade
de diversos novos nomes surgirem para se colocar como uma terceira opção, ou
terceira via. E o brasileiro não pode reclamar de falta de variedade. São
grandes nomes (ou eram) que tinham pouca rejeição e muito terreno a ganhar, mas
em apenas dois meses de 2022 foi tudo por água abaixo:
Moro: Esse com certeza era o
principal nome. O ex-juiz era, há poucos anos, um grande herói nacional.
Capitaneou a operação Lava Jato, a maior até então na luta contra a corrupção e
colocou diversos corruptos atrás das grades. Tem um passado ilibado e grande
moral para enfrentar os adversários, quase todos com alguma rusga grave no
passado, na seara da ética e bons valores. Mas Moro cometeu absolutamente todos
os erros possíveis e fez muitas escolhas erradas. O principal deles, talvez, tenha
sido sair do governo, onde foi ministro da justiça, fazendo acusações graves,
mas sem apresentar provas. Quando o vídeo da tal reunião entre ministros saiu,
Moro perdeu muito da sua credibilidade com o eleitorado da situação. E piorou:
Moro se vestiu num personagem com posicionamentos neutros para tentar agradar a
todos. Ao mesmo tempo em que batia no governo, batia na oposição e quando era
questionado em temas polêmicos como desarmamento, aborto ou liberação das
drogas, insistia em ficar em cima do muro. Nos seus discursos ele tinha apenas
frases vazias sobre grandes problemas, dizendo que iria resolver tudo, mas sem
nunca indicar por qual caminho seguiria, e apenas prometia “colocar no projeto”.
Bem, talvez nem tenhamos tempo de ver tal projeto, pois Moro também se aliou ao
grupo mais contraditório e instável do país, o MBL. E para jogar as últimas
pás de terra sobre as chances dele, os “jovens” da sigla trataram de fazer uma
auto-sabotagem inacreditável nas últimas semanas, passando por discursos que vão
desde a apologia ao nazismo, ao machismo, e ao turismo sexual. Foi uma bomba
atrás da outra, bem no momento em que Moro se colocou ao lado dos “meninos”.
Para dar fim, o marqueteiro de Moro parece mais ser um agende duplo infiltrado
do que um profissional de marketing, pois nada faz pela carreira do ex-juiz. Ou
tudo que faz, parece ser ruim. Um misto de amadorismo com falta de tato político.
Não vai ser dessa vez! Seria melhor vê-lo disputando uma vaga ao senado nesse
pleito para que possa continuar seu desenvolvimento político.
Dória: Eis aqui um caso
curioso. João Dória, apesar dos seus posicionamentos polêmicos durante a pandemia
onde optou por quebrar a indústria e o comercio de São Paulo sendo rigoroso ao
extremo com as medidas de contenção da Covid 19, não vem fazendo um governo
terrível. Dória se destacou ao tomar para si os louros da produção de vacinas
pelo Butantan e tem ao seu lado o estado de maior PIB do país. Mas Dória é um
robô. Ele parece falso até para dar bom dia. Tudo que ele faz parece ser
minuciosamente planejado e calculado. Cada sorriso, cada palavra, cada terno
que usa. Por algum motivo a população brasileira se convenceu a não acreditar
em pessoas artificiais assim. O povo gosta de sinceridade e prefere ouvir uma
bobagem honesta a uma frase sábia pensada e calculada previamente. E claro,
Dória traiu o governo ao se tornar oposição logo após se aproveitar do efeito
Bolsonaro das eleições de 2018. E essa escolha tem se mostrado fatal para quem
vai por esse caminho.
Ciro Gomes: Ele não tem nada
de novo. Já participou dos governos Lula como ministro, já foi governador do
seu estado e já disputou diversas eleições para presidente. É muito conhecido
do eleitorado. E por incrível que pareça é, novamente, quem deve se colocar
como terceira opção e deverá ficar em terceiro lugar no pleito. Ciro tem
vantagem por sem um “macaco velho”, como se diz popularmente. Ele tem as
palavras doces de acordo com a situação e o público, mas não soa falso como o Dória.
Sabe se colocar e, não posso negar, tem muito conhecimento sobre diversos temas
importantes como direito e economia. Mas é o Ciro, né? É adepto à escola de
economia Keynesiana, onde defende uma participação cada vez maior do Estado na
vida da população, em oposto ao Ministro Guedes, que defende menos estado e
mais liberdade. Não é preciso pensar muito para concluir que, após os abusos da
pandemia, o brasileiro não quer de maneira alguma mais Estado para ditar os
rumos da sua vida. E claro, sempre que vamos chegando perto do pleito, o Ciro
esquece de tomar seu Rivotril e acaba mostrando sua verdadeira face: um
centralizador com anseios de ditador que quer liderar um estado com cada vez mais
poder sobre a população e, se possível, sem oposição. Se temos medo de
ditaduras, o candidato que mais tem chances de se tornar um ditador caso eleito
Presidente, é o Ciro Gomes.
Esse é o cenário que se
apresenta nesse momento. Ainda temos outros nomes, como Eduardo Leite – que foi
preterido nas prévias do PSDB, um erro, pois tem uma rejeição muito menor que a
de João Dória e um perfil que pode render muito crescimento junto ao eleitorado
– e claro, os partidos nanicos de sempre como PSOL, e a Marina Silva, que deve
estar em processo de descongelamento nesse exato momento. Mas a grande escolha
deve ser entre Jair Messias Bolsonaro e Lula. Para ambos os eleitorados, nunca
foi tão fácil escolher. Resta saber qual dos dois vai conquistar os votos do
restante decisivo da população. Por hora, acho que teremos mais quatro anos de
Bolsonaro para irritar alguns e encantar outros.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022
Tenho a solução: chamem a Greta.
O mundo está em pânico! Com a invasão da Rússia ao território da Ucrânia, e com o provável avanço da China sobre Taiwan, as nações lutam internamente para decidir o que fazer. Se nada for feito, até onde a sana dos ditadores vai levá-los? Se algo for feito, haverão conflitos armados entre grandes nações, que podem culminar num conflito nuclear catastrófico. Qualquer decisão tomada pode ser decisiva para o futuro do mundo como conhecemos. Mas eu tenho uma solução muito prática. Chamem a Greta.
A criança Greta Thunberg
surgiu como representante da esquerda há alguns anos. Ela tinha soluções para
todos os nossos problemas. Segundo seus discursos fortes e impetuosos o mundo
precisava tomar um novo rumo rapidamente e parar de nos guiar para a
destruição. Esse discurso convenceu muitos líderes do mundo, que carregaram a
menina Greta para os palanques de maior destaque existentes. Ela certamente
fará o mesmo com Putin. Quando ele ouvir uns bons conselhos a até broncas da menina,
desistirá da Guerra e até mudará de profissão, se tornando um mero vegano que
planta e colhe seus próprios alimentos sem causar danos ao resto do mundo.
Greta é cria da insanidade coletiva
que nos trouxe a situação que nos encontramos hoje. Pessoas fracas que nunca
produziram nada e querem ditar os rumos do mundo antes de arrumar suas próprias
camas. Simplesmente não dá para olhar qualquer aspecto das nossas vidas da
maneira romântica que essas pessoas olham. É muito fácil dizer para não poluir
ou não cortar árvores quando você recebe todos os seus bens de necessidade
básica ou luxo na porta da casa. A vida não é assim! Somos frágeis e precisamos
de bens de consumo diariamente, e os recursos do mundo são escassos. Por mais
que fossem extremamente abundantes, ainda existe o fator humano que trás
consigo a ganância e a maldade. Portanto, não dá para olhar a geopolítica como
você olha para a sua vida cotidiana. Os russos tem intenções bem claras de
manter sua segurança futura e o monopólio de fornecimento de gás natural para
Europa. A China quer retomar o controle de Taiwan, pois sabe que somente lá são
produzidos os componentes mais básicos de todos os aparelhos eletrônicos que
utilizamos na nossa vida cotidiana. Esses dois países estão olhando para o futuro
e defendendo seus interesses. Corretos ou não, maldosos ou não, ninguém vai
convencê-los a regredir somente com palavras ou rosas. Eles vão em frente e vão destruir tudo que se coloque
no seu caminho, até que uma força mais forte os ameace.
O mundo é assim. E o Brasil
também é assim. Logo teremos que defender nosso território, onde existem
abundantes recursos naturais como água e terras férteis. Como o faremos? A
história é cíclica e se repete. Sempre que uma nação tem algo a oferecer e é
fraca o suficiente para encorajar seus inimigos, se torna presa fácil. Cuidado!
Não sejamos os homens fracos que hão de criar um futuro difícil para nossos descendentes.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022
Os limites da liberdade de expressão e da democracia.
Um verdadeiro furacão tomou
conta do país durante essa semana após a entrevista desastrosa - e criminosa -
no Flow Poscast. Apesar de ter convicção que o Kim Kataguiri e o Monark não são
nazistas como estão sendo acusados, eles utilizaram a sua liberdade de
expressão de maneira irresponsável e estão pagando um preço muito alto por
isso. Um pouco de inocência, misturada com altas doses de álcool, multiplicada
pela necessidade quase que irracional de discordar do seu oponente em um
debate, que era a Tábata Amaral nesse caso, levaram a conversa para um rumo que
para eles se tratava de liberdade, mas que na verdade, era sobre o segundo regime
mais assassino que a história recente do mundo presenciou, e os seus “direitos”
democráticos e de expressão.
Mas quais os limites da liberdade
de expressão? Essa linha tênue vem sendo discutida há muito tempo, e eu mesmo
tenho grandes dificuldades em saber onde ela se encontra. Mas esse episódio me
fez recuar e entender que ela está bem antes do que eu considerava ideal. Não
se pode usar a liberdade de expressão para defender o direito de criminosos se
manifestarem. O partido nazista é criminoso na sua essência. As suas bases
ideológicas são construídas na destruição e aniquilação de outros povos.
Portanto, esse fato deve exclui-los de qualquer debate democrático razoável.
Quando interpretamos o direito à liberdade de opinião dando direitos
democráticos a esses grupos, como ter um partido político, estamos pressupondo
que eles possam participar de eleições. E numa democracia, todos que participam
de uma eleição, tem chances iguais – ao menos na teoria – de vencer o pleito e
chegar ao poder. E se isso acontecer um dia, eles vão utilizar esse poder para
destruir por dentro a própria democracia e todos aqueles que consideram seus
inimigos. Por isso que a apologia ao nazismo é um crime e essa teórica
liberdade de expressar livremente pensamentos de qualquer natureza, inclusive
nazistas, deve ser condenada.
Mas, e a democracia? Muitos lembraram
o fato de que nos EUA, reconhecido por muitos como a democracia mais madura do
mundo, existem partidos nazistas. Muito bem. É exatamente por ser uma
democracia madura, que isso é possível, apesar de ser um grande risco. A ideia
sobre o debate amplo e democrático pressupõe que essas pessoas jamais teriam
chances em eleições abertas, exatamente pelo fato de que teriam que expor suas
ideias publicamente e estar sujeitos ao contraponto apresentado pelos
adversários. Quando isso acontece, temos a tendência de acreditar que seriam
desmascarados e derrotados pela racionalidade popular. Mas não é assim na
realidade! Esses partidos jamais utilizariam seus argumentos reais publicamente
em uma campanha. Assim como o PT não disse na campanha do Lula em 2002 que
criaria um projeto para se perpetuar no poder através da corrupção ou que utilizaria
os recursos do nosso país para financiar ditaduras socialistas ao redor do
mundo. Assim como o PSOL, o PCdoB ou o PCB não dizem nas campanhas que
pretendem instaurar um regime comunista em nosso território. Não! Eles usam
argumentos como acabar com a pobreza e desigualdade social. Dizem que vão
acabar com a fome e taxar grandes fortunas. Dizem que vão oferecer mais
direitos ao povo e que a vida de todos será melhor. Não importa que eles nunca
reconheçam que sequer sabem como fazer essas coisas, mas é através desses
argumentos que essas pessoas chegam ao poder, e após estarem lá, colocam seus
verdadeiros projetos em execução. Foi assim com Hitler, que foi eleito
democraticamente, com Stalin, que tomou o poder com apoio popular, e será assim
novamente se não tomarmos cuidado.
É lamentável e triste o que
aconteceu durante essa semana. Mas sempre há algo de bom para ser extraído,
mesmo nas maiores tragédias. Nesse caso, espero que sirva para abrir os olhos da
nossa população e nos lembrar que a história é cíclica e tende a se repetir. Cabe
a nós lembrar que os Nazistas e os Comunistas estão sim por aí. Estão disfarçados
e com doces palavras na boca, trabalhando nos bastidores para que um dia possam
tornar seus projetos diabólicos realidade novamente, e não podemos aceitar
jamais!
terça-feira, 25 de janeiro de 2022
Olavo, eterno.
Demorei algum tempo para conseguir ler ou assistir algo do Olavo de Carvalho. Seus vídeos disponíveis na internet são algo totalmente fora do comum. Minha primeira impressão foi crua como a imagem mostrava: um velho grosso e muitas vezes sem educação, com algum tipo de soberba, destilando palavrões e sem paciência, e ainda por cima, fumando um cigarro durante boa parte do vídeo. Para um desavisado, como eu, realmente era algo chocante. Mas Olavo era claramente o oposto disso tudo. Sua impaciência e grosseria, talvez fosse o reflexo de um homem cansado de lutar e que corria contra o tempo, que estava se esvaindo, para deixar o máximo possível de material e de pessoas instruídas nos seus ensinamentos. Olavo nunca foi soberbo, e muitas vezes reconhecia sua própria incapacidade de falar sobre determinados assuntos que não dominava. E aos quais dominava, era um mestre.
A primeira vez que assisti
(ouvi) um vídeo inteiro, foi quase por acidente. Estava, como de costume, com o
fone ligado para dormir e um vídeo sobre a EXISTENCIA DE DEUS, entrou na
playlist. Nesse brilhante vídeo de aproximadamente 20 minutos, Olavo trabalha a
ideia da existência de Deus como eu nunca havia visto alguém fazê-lo. Se
utiliza de exemplos práticos, da lógica e de testemunhos mostrando experiências,
às quais eu mesmo já tinha vivido, mas nunca tinha percebido, e prova que Deus
não é apenas uma mera imaginação do nosso inconsciente, mas um Ser presente nas
nossas vidas, uma Pessoa que atua no mundo e está dentro dele e de nós. Depois,
conheci seus ensinamentos sobre política, humanidade, e as camadas da
personalidade. Não sou nenhum expert no assunto Olavo de Carvalho, nunca me inscrevi
no COF, mas tenho certeza que o legado que Olavo deixou, é eterno e tem a
capacidade de salvar a nação brasileira de um precipício ao qual ela mesmo se
aproximou.
Nos últimos anos, Olavo foi
taxado de guru do governo Bolsonaro, cargo que ele sempre negou. Pobre de quem
tem visão tão superficial sobre o professor. Ele nunca esteve preocupado com
governos e políticos. Olavo estava preocupado em salvar vidas e pessoas,
mostrando a elas que políticos passam, governos passam e pessoas passam, mas
que se nos salvarmos internamente e religiosamente, e que se trabalharmos para
salvar os nossos próximos, estaremos salvando o país e nós mesmos. Os
ensinamentos do professor Olavo, são no seu íntimo, mais espirituais do que
políticos. A política era apenas um meio para evitar que fossemos escravizados
pelos poderosos e corruptos que tentam tomar o Brasil à força. Pois, Olavo
sabia, que dos escravos, até seus espíritos são tomados.
Olavo deixa um legado
extremamente extenso de material para ser estudado. São centenas de vídeos,
dezenas de livros e milhares de pessoas que dizem ter sido salvas pelos ensinamentos
do professor. Pessoas que encontraram Deus e a si mesmas, mudando hábitos e se
engajando em diversas áreas para disseminar e compartilhar aquilo que havia
feito-lhes tão bem. Muito obrigado professos Olavo de Carvalho. A hora chega
para todos, mas poucos se eternizam. E o seu legado, e o legado das pessoas que
instruiu, certamente serão eternos.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2022
Ao Movimento Conservador brasileiro.
Amigos, nesse ano de 2022 estaremos
frente à maior batalha jamais enfrentada pela nossa geração. Temos um Estado
com suas instituições dominadas pelo ideal esquerdista, que compõe desde as
universidades, mídia, órgão públicos, legislativo, executivo e STF. Absolutamente todos esses poderes farão de
tudo para que seus representantes voltem a ocupar os cargos costumeiramente ocupados
durante as últimas duas décadas, e acreditem, usarão as armas mais pérfidas que
conseguirem encontrar. A nós, cabe resistir e nos organizar. Para tal, devemos
pensar estrategicamente e não agir por impulso, selecionando pautas para
defender e, principalmente reconhecendo nossos pontos fracos.
Penso que o maior ponto fraco
do movimento conservador é a dificuldade em se manter unido e coeso frente à
temas polêmicos, mais amplos, e que aos quais não existe consenso entre os
membros. Isso se dá porque os conservadores não são movidos a interesses, como
a esquerda é, mas à ideias e crenças e que são inegociáveis. Para reduzir o
impacto dessa “fraqueza” temos que focar em pautas específicas que devem servir
como pilares na nossa luta. São alguns deles:
1-
Defesa da Família;
2-
Defesa da Liberdade;
3-
Defesa da Vida;
4-
Direito à defesa pessoal;
5-
Direito à propriedade privada
6-
Redução do tamanho do Estado;
7-
Reformas políticas e administrativas;
8-
Direito a educar os filhos com base nas nossas
crenças;
9-
Maior liberdade econômica;
10- Redução
da burocracia;
Outro importante ponto fraco é
a nossa pequena adesão de pessoas, pois ficamos inertes aos desmandos e
dominância esquerdista por décadas. Para remediar, devemos focar nossa atuação
na base e formação de novos membros. Esse trabalho se dá no nosso dia a dia,
usando os talentos que Deus abençoou cada um de nós de maneira diferente:
Falar, escrever, comunicar às massas, ter uma grande rede social. Cada um deve
identificar seus pontos fortes e utilizar para disseminar os valores
conservadores e extravasar as mentiras contadas pela esquerda aos nossos amigos
e familiares. Somente com uma base forte teremos força para lutar contra o
numeroso inimigo.
Hoje, é praticamente nulo
lutar em cenários macros contra a dominância esquerdista. Temos alguns
representantes tentando, mas ainda é uma luta injusta, pois o inimigo é
poderoso. Mas temos nossos valores e nossa crença ao nosso lado, o que nos faz
mais fortes. Basta manter uma organização coesa e com princípios para que as
conquistas dos últimos anos não sejam perdidas. Peço a Deus sabedoria e força
para que possamos lutar e vencer. Abraço a todos. Deus nos abençoe.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2022
Comerciantes, reajam!
Estamos
no meio de um pesadelo sem fim! Desde que essa pandemia começou, o terror foi
espalhado pelo mundo. Pessoas foram presas por sair na rua, por não usar
máscaras ou por não aceitar se submeter a vacinas experimentais. Os
comerciantes e empresários do mundo todo foram vítimas do autoritarismo dos
Estados e foram obrigados a fechar seus comércios e empresas. Alguns
aguentaram, outros não. Ano passado – após a vacina ou imunidade de rebanho –
vimos os casos de contaminação e as mortes reduzindo drasticamente, e as coisas
começaram a voltar ao normal. Mas esse ano, parece que o filme está se
repetindo e os casos de contaminação com a nova variante voltaram a crescer.
Apesar de ser claramente menos letal, o pânico está começando a ser implantado
novamente. Pois o pânico é ferramenta de controle social. Uma população
amedrontada faz tudo que é exigido dela, até sacrifica a própria liberdade. Já
temos governadores e prefeitos falando em fechar o comercio novamente e impor
restrições. NÃO DEVEMOS ACEITAR!
Contarei
uma pequena parte da minha história: Graças a Deus, não perdi ninguém próximo,
mas, profissionalmente, experimentei a pandemia no seu gosto mais amargo. Minha
família perdeu em poucos meses os frutos de trabalho de duas décadas. Fechamos
as cantinas dentro de faculdades, uma pizzaria, uma lanchonete e um café. Tudo
evaporou. Tive que aprender uma nova profissão. Aprendi a dar banho e tosar
cachorros e abri um pequeno Pet Shop em plena pandemia. Sobrevivi! Quando as
coisas começaram a voltar ao normal, pude vender esse comercio e voltar para
meu antigo ramo, onde faço as coisas da melhor maneira que sei. E tudo que
tenho está nesse comercio. Estamos em plena recuperação e esse ano promete dar
novos frutos, a não ser que o Estado não permita. Mas lutarei com todas as
forças para não ser vencido.
A
mensagem que deixo para todos os comerciantes desse país é que façam o mesmo!
Não deixem que seus comércios sejam fechados. Reajam, resistam. Abram as portas
em horário normal e se os fiscais aparecerem, digam para chamar a polícia.
Sejam presos!!! Afinal, o que eles vão fazer? Prender todos os comerciantes dos
país? Tudo o que nós queremos é trabalhar honestamente o colher os frutos desse
trabalho. Não somos criminosos e não podemos aceitar ser tratados como tal!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2021
Sobra amadorismo no futebol brasileiro.
Vasco, Cruzeiro, Grêmio e
Bahia vão disputar a série B do campeonato brasileiro ano que vem. Algo
totalmente inimaginável há alguns anos por qualquer um que conheça um mínimo da
história do futebol brasileiro. São times enormes, com grandes torcidas, e todos
eles campeões brasileiros. Grêmio e Cruzeiro são casos ainda mais absurdos,
pois estavam disputando, e ganhando, títulos de expressão nacional e
internacional até pouco tempo atrás. Mas esse cenário é somente a colheita de
um plantio pobre e generalizado no futebol brasileiro. Há anos que os clubes
vem apresentando, de maneira geral, um fraco desempenho de gestão, e uma hora a
conta chega. Sempre chega.
Para compreender o abismo que
o futebol brasileiro se encontra, é preciso olhar bem mais fundo do que apenas
o desempenho dos onze que entram em campo. Além do fato de estarmos perdendo
talentos cada vez mais novos para o futebol europeu, a gestão brasileira não
consegue acompanhar o desempenho do resto do mundo. A tecnologia tomou conta
dos gramados, a eficiência na gestão é fator básico para um clube, e o
planejamento ainda mais. A gravidade do peso contra o amadorismo ainda foi
inflada por mudanças nas leis que punem a irresponsabilidade na gestão e com o
descolamento de alguns clubes, inclusive pequenos, que melhoraram muito seus
setores administrativos. Mas o problema não está somente nos clubes. Está na
CBF, na arbitragem, na imprensa e nas torcidas, que parecem viver em pleno anos
80. Nada evoluiu e o futebol está cada vez mais enfadonho e perdendo público. O
produto entregue ao cliente final, como eu já disse muitas vezes, é
extremamente ruim. Não tem atratividade, não encanta, não se diferencia.
Mas nem tudo é desespero por
aqui. A legislação continua mudando e logo teremos clubes empresas como acontece
no resto do mundo. A CBF deve perder cada vez mais espaço para a criação de
novas ligas e a gestão dos clubes terá que se profissionalizar, pois não haverá
espaço para amadores, ou corruptos na liderança dos clubes. Vai ser uma lenta
caminhada, mas que não deixa espaços para alternativas. O que vai mudar mesmo é
presença de grandes caciques e clubes com a administração inchada de
conselheiros que só atrapalham, além da reformulação do quadro de equipes
principais, com alguns deixando de ser “grandes” e dando lugar para clubes até
então coadjuvantes. Segue a velha máxima: a vida odeia amadores.
